Por Diego Mota
O consumo de celulares aumentou absurdamente entre os brasileiros. Essa crescente na compra de aparelhos celular não está ligada diretamente à telefonia, mas sim aos outros funcionamentos do aparelho, como reprodutor de áudio, câmera fotográfica, acesso à internet, jogos, entre outros. Consequentemente o número de consumidores de aplicativos para celular também está em alta, e só tende a crescer nos próximos anos, como diz o estudante de Tecnologia da informação, Thiago Henrique, que baseia seu TCC no crescimento dos aplicativos.
“Com o crescimento dessa tecnologia, eu e meu grupo pensamos em fazer um aplicativo utilitário. Como as pessoas dificilmente usam seus celulares apenas para telefonar, a bateria descarrega extremamente rápido, muitas vezes não duram nem 24 horas, principalmente se o sistema operacional que eles usarem for o Android, uma das jóias raras da Google. Por isso foi que estamos desenvolvendo um aplicativo no qual o celular absorve a energia solar e a transforma para ser usada no celular”
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| Boneco que representa o Android e os mais diversos aplicativos |
Aplicativos ou app, como são conhecidos, servem tanto para facilitar a vida – em se tratando de aplicativos utilitários – assim como para puro divertimento. Podem ser divididos em várias categorias, como por exemplo, aplicativos de entretenimento, música, educação, interação social, dentre outros.
Aplicativos conhecidos ou populares como o jogo ANGRY BIRDS, podem ser baixados pelos usuários automaticamente do celular e o melhor, de graça. Alguns mais desconhecidos da população como o SOLO, que transforma o seu smartphone em uma verdadeira guitarra de mão, são pagos, e é este consumo que cresce cada vez mais no mundo cibernético.
Uma companhia americana de estudos de mercado Piper Jaffar divulgou no mês de junho deste ano um relatório que aponta o crescimento no consumo de aplicativos desenvolvidos para dispositivos da Apple, como iPods, iPads e iPhones.
O documento aponta que entre janeiro e junho, a média de downloads pagos chegou a 83 programas por usuário, obtendo assim um número de crescimento de 61% em relação ao mesmo período de 2010.
Os números só vêm confirmar que o estudante Thiago está levando o seu Trabalho de Conclusão de Curso pelo caminho certo e mostrar que os celulares são cada vez menos usados para fazer e receber ligações. A pergunta que fica é: Será que no futuro poderemos usar o celular para fazer ligações?

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