UNIVERSIDADE PAULISTA-UNIP
PIC - PROJETO INTEGRADO DE COMUNICAÇÃO
“USO DAS REDES SOCIAIS COMO DEMOCRATIZAÇÃO DO MEIO DE COMUNICAÇÃO”
“CONSUMO ONLINE”
São Paulo
2011
Aline Bozzo Peralta Ra: a1abh-1
Diego Campos Carvalho Da Mota – Ra: 660808-6
Fabíola Milena Galhardo Ra: a19016-3
Iara Vasques Ra: a22055-0
Iara Vasques Ra: a22055-0
PIC – PROJETO INTEGRADO DE COMUNICAÇÃO
JORNALISMO / 6º SEMESTRE
PROFESSOR DÁVIUS SAMPAIO
São Paulo
2011
Índice:
1. Títulos
2. Tema
3. Objetivo
4. Justificativa
5. Análise Documental
6. Análise de Mídia
7. Considerações Finais
8. Bibliografia
9. Anexos
1. Titulo:
“Uso das Redes Sociais como democratização dos meios de comunicação”
2. Tema:
“Consumo online”: A facilidade em comprar pela Internet sem precisar sair de casa e com preços mais acessíveis.
3. Objetivo
Nos dias atuais as redes sociais são mais e mais visadas para diversos fins como, por exemplo, as comunicações interpessoais, a divulgação de produtos, informações, prestação de serviços, entre outras vantagens oferecidas. Mas, o que vem crescendo dia-a-dia é o consumo em sites de compras coletivas, leilões on line e lojas virtuais. O chamado E-commerce, da mesma forma que traz benefícios e facilidade de compra, pode também levar o consumidor a consumir de forma descontrolada e irreflexiva sobre a necessidade ou eficiência do produto.
Por meio deste trabalho, iremos nos aprofundar sobre a utilização das compras em redes sociais de forma democrática.
4. Justificativa
O tema escolhido é amplo, porém nosso foco abrange apenas duas importantes questões: as facilidades das compras pela Internet e o perigo do consumo desenfreado causado por essas facilidades.
O surgimento da expressão E-Commerce (Comércio Eletrônico) traz a tona o imenso poder que esse tipo de comércio exerce no mercado dos dias atuais.
A proliferação dos sites de compras coletivas é tema de diversos artigos e livros, tanto de mercado de trabalho, quanto de comportamento. Além de leilões online, lojas virtuais e todo tipo de comércio via web.
Todo esse fenômeno causa imenso interesse e a partir deste trabalho iremos nos aprofundar no assunto e buscar respostas diante de algumas questões, tais como o consumo e o poder das redes sociais neste novo segmento.
5. Análise Documental
Existindo há alguns anos, o e-commerce sofreu um grande “Boom” nos últimos anos, muito em função da criação das compras coletivas, pelo americano Andrew Mason.
O fenômeno é tão grande que já foi alvo de muitas matérias de destaques em grandes revistas, como a matéria publicada na revista ÉPOCA, em 27 de outubro de 2010, que visava explicar a criação e o funcionamento deste novo tipo de e-commerce, até então pouco difundido no Brasil.
Para compreender o processo torna-se necessário olhar, para o objeto de estudo como um produto construído ao longo da história documental do homem e, por isso, desenvolvido a partir de domínios ou ambiências de produção e uso, como por exemplo: a biblioteconomia.
A abordagem proposta nesta seção parte, portanto, da organização ou tratamento, enquanto conjunto de ações que se constroem. Tendo em vista a mediação da informação pelo profissional da informação, no entorno da Ciência da Informação, aqui entendido como domínio de estudos e pesquisas em Ciências Sociais aplicadas.
Por meio de análises teórico-exploratórias, busca-se delinear um espaço de diálogo entre a produção, a organização e o uso da informação, demarcado pelas tendências da Organização do Conhecimento.
No e-commerce um dos fundamentos é entender o processo em que se dá o funcionamento de compra e venda online.
B2B (Business to Business)
São as transações de comércio entre empresas. Uma empresa vendendo para outra empresa é B2B. Essa é a sigla mais famosa e serve para representar todas as outras abaixo quando generalizada. Um exemplo é a venda de material de escritório para empresas ou a compra de insumos para a produção de bens.
B2C (Business to Consumer)
É o comércio entre a empresa e o consumidor. Este é o mais comum. Um exemplo próximo é a http://loja.imasters.com.br, o iMasters SHOP ou a mais famosa Amazon.
C2C (Consumer to Consumer)
Este é o comércio entre consumidores. Ele é intermediado normalmente por uma empresa (o dono do site). O exemplo são os sites de leilão como o Ebay ou classificados.
B2G (Business to Governement)
São as transações entre empresa e governo. Os exemplos comuns de B2G são licitações e compras de fornecedores.
B2E (Business-to-Employee)
Normalmente relacionado aos portais (intranets) que atendem aos funcionários. Tem por objetivo de ser uma área central de relacionamento com a empresa. Através dele os funcionários podem, por exemplo, pedir material para sua área, gerir todos os seus benefício ou até utilizar processos de gestão dos funcionários (faltas, avaliações, inscrições em treinamentos...).
Logo, a necessidade do documento e da sua informação é uma das formas possíveis de relação de dependência entre o homem e a coisa. Há o entendimento que as técnicas iniciais, voltadas basicamente para a recuperação física do documento (em detrimento do seu conteúdo em alguns momentos), continuam a existir de forma aperfeiçoada, em razão da natureza social que mantêm com a necessidade de organizar.
Baseado no e-book “ABC DO E-COMMERCE” nosso projeto integrado de comunicação, se fundamenta nos princípios do e-commerce.
Felipini é uma referência quando o assunto é e-commerce. É graduado e mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas - FGV em São Paulo. É consultor e especialista em e-commerce e trabalhou na IBM em Nova York.
Segundo Dailton Felipini: “A utilização de meios eletrônicos, como a Internet, nas transações comerciais com outras empresas é uma tendência tão natural que, em algum momento, não fará mais sentido se falar em comércio eletrônico B2B, uma vez que a quase totalidade das empresas estará utilizando esse novo canal para realizar suas transações em decorrência da maior produtividade trazida por ele.“
O caminho para o empreendedorismo
Atualmente, é preciso pensar menos em emprego e mais em trabalho. O fundamental é adquirir o conhecimento que vai gerar valor no mercado, não importando a forma com a qual esse conhecimento é transacionado, se por meio de carteira, consultoria, terceirização, contrato de compra e venda de serviço, ou outra qualquer. Esqueça o velho e surrado bordão de “arrumar um bom emprego com carteira assinada”. Troque-o pela possibilidade de adquirir conhecimento que venha gerar valor para os outros, empacote o seu conhecimento com competência e ofereça-o ao mercado na forma que ele deseja. Procure sempre pensar como empreendedor, ser dono de seu destino e nunca abandonar um sonho por medo de se arriscar num empreendimento.
O empreendedorismo em novos campos de atuação
É bem provável que você já está familiarizado com a Internet em seu cotidiano, seja para receber emails, buscar informações, namorar etc. Mas, talvez, você não tenha notado que ela está mudando também a forma como as pessoas compram e realizam transações. Devido principalmente a comodidade, as pessoas estão comprando cada vez mais pela Internet, e isso significa uma excelente oportunidade para quem quer vender seu produto ou serviço e tem conhecimento e competência para fazê-lo. É muito mais fácil se estabelecer – e ser bem-sucedido – em um setor que está em franco crescimento, do que em outro que está estagnado, ou até mesmo em declínio
Empreendedorismo e nichos de mercado na Internet
A Internet representa um novo, e promissor, campo de atuação para os empreendedores. Como os negócios on-line são relativamente recentes, o conhecimento na área ainda é restrito a poucos e a Internet apresenta inúmeros nichos de mercado que podem se transformar em negócios bem-sucedidos se explorados devidamente.
Abordagens do e-commerce com outras redes sociais.
A agilidade na propagação de informações e grande volume de usuários tornaram o Twitter um alvo para estratégias de marketing digital assim como ocorre em outras redes sociais como o Orkut e o Facebook. Como o Twitter é uma rede social relativamente recente, as melhores práticas de divulgação nessa ferramenta ainda serão consolidadas, mas várias empresas já utilizam o Twitter para ações de marketing digital como concursos e promoções. Em geral a estratégia consiste em: a. gerar um fato novo que atraia a atenção dos seguidores e os motive a visitar o site; b. estimular uma determinada ação que pode ser uma compra, o preenchimento de um cadastro, download de um arquivo, entre outros. Embora, ainda seja cedo para uma avaliação precisa de resultados de ações de marketing digital no Twitter, essa é uma rede social que merece atenção.
Não há como escapar das tendências, se você não participa das redes sociais, com certeza está perdendo uma grande oportunidade de expor sua marca, seus produtos, promoções, etc.
Com o Facebook, podemos criar abas específicas com temas da empresa e também abas específicas para uma vitrine de vendas dos produtos e serviços.
Caso prefira, faça como a Fast Shop, use o Mural para expor seus produtos, uma pequena descrição, imagem e o link para a compra do produto, são suficientes para uma boa divulgação e levar o consumidor para a página de compras do seu site.
Não se esqueça de destacar as vantagens que sua loja oferece ao consumidor, isto com certeza fará com que os fãs divulguem sua loja para seus amigos e o famoso “boca-a-boca” vai te ajudar a vender ainda mais.
Em relação ao Orkut, o site UOL está lançando um tipo de comércio online usando um perfil para mostrar seus itens ao público cibernético.
Semelhante ao PayPal, PagSeguro do UOL será usado dentro do Orkut, liberando o comércio na rede social.
O aplicativo do UOL chamado Minha Loja e servirá para que os usuários do Orkut possam vender itens recebendo o dinheiro por intermédio do UOL.
A principal vantagem do mecanismo é oferecer segurança para quem realizar transações por meio de cartão de crédito. Entre as garantias oferecidas pelo PagSeguro está a possibilidade de cancelar uma transferência quando um produto encomendado não chega. O usuário tem até 14 dias para bloquear o pagamento à loja.
A parceria também facilita a entrada do Orkut no mundo dos widgets Premium, que cobram pequenos valores em troca de animações ou itens especiais. No Facebook, por exemplo, um usuário pode oferecer animações com um ‘drink’ ou um presente para um de seus contatos, pagando cerca de um dólar.
Alguns dados relevantes:
Ano de 2000: Mais de 1.250.000,00 de vendas na Web, mais de 7.000 encomendas satisfeitas e mais de 12 milhões de páginas vistas; Volume de negócios - 260 mil contos; no mês de Janeiro a Internet representava apenas 6% do faturamento total, com o volume de vendas on-line a rondar apenas os 5 mil contos; no mês de Agosto a loja online registrou lucro superior a 155.000 euros (mais de 31 mil contos); o volume de faturamento até 31 de Agosto de 2000 cifrou-se em 825.000 contos
Ano de 2001: O volume de vendas do Comércio Eletrônico - 2,046 milhões €; o volume de vendas total de 11,171 milhões de euros (2,239 milhões de contos); meses de Janeiro e Fevereiro - cerca de 4 milhões e 500 mil páginas vistas que se traduziram em mais de 90 mil contos vendidos online e cerca de 2 mil e trezentas encomendas entregues; em Dezembro - Faturamento de mais de dois milhões de euros; 10% da totalidade das vendas feitas foram conseguidas através do seu site na Internet; o volume de negócios atingido on-line rondou os 230 mil euros
Ano de 2002: O volume de vendas do Comércio Eletrônico 2.933.588 €; o volume de negócios - 17.157.187 €;
Ano de 2003: Vendas superiores a 3.364.817,40 €; volume de faturamento na ordem dos 19 milhões €.
Analisando os documentos, artigos, teses e trabalhos de conclusão de curso sobre o assunto, concluímos que além de ser uma rede social não tão social assim, o e-commerce envolve muito mais do que cidadãos cibernéticos. Ela engloba todos aqueles que possuem uma mínima vontade de consumo, principalmente para os mais atarefados e que não conseguem tempo para ir a lojas físicas.
O e-commerce nos últimos anos vem cada vez mais aumentando seu faturamento, e com isso investindo pesado para os anos que hão de vir. É esperar pra ver os próximos anos dessa rede social, não tão social assim.
6. Análise de mídia
O E-commerce, que em sua tradução literal significa “comércio eletrônico”, consiste na compra e na venda de produtos e serviços por meio de loja virtuais, com facilidades para pagamentos online.
A expressão E-commerce está presente em vários sites, tantos os especializados no assunto, ou em blogs segmentados, redes sociais e sites de notícias, principalmente na parte de economia, mercado e consumo.
O e-commerce se apresenta de diversas formas, entre os mais expressivos estão sites de compras coletivas, leilões online, pagamentos e compras via web.
Sites de Compras Coletivas
Época Negócios: Ele inventou a Compra Coletiva.
A matéria do site da Época Negócios, fala do inicio dos sites de compra coletiva e conta como Andrew Manson, inventou o Grupon, um dos maiores sites de compra coletiva que existe no mundo.
O negócio começou a partir da idéia de tirar proveito dos dois lados mais comuns entre os usuários da rede, a pesquisa por bons preços, e o uso das redes sociais. O Grupon tem um link conectado com suas redes sociais que assim que é lançada uma nova oferta, seus seguidores ficam sabendo e podem consultar, essa facilidade chama muito a atenção do público.
Jornal da Globo: Compra Coletiva oferece descontos e gera visibilidade para o vendedor.
Em matéria do portal G1, o tema é abordado de forma descontraída, explicando de forma simples e fácil como funcionam os sites de compra coletiva, quais os procedimentos e como adquirir os produtos. Os sites de compras coletivas oferecem desde serviços de estética, cultura, presentes, bares, baladas até cursos e viagens. São diversos outros produtos e serviços com descontos que vão de 50 a 90%, porém, todos esses benefícios, as chamadas ofertas imperdíveis, só se tornam válidas quando o número de compradores estipulado for atingido. Mas como a compra coletiva é um meio de comércio, que está em crescimento, e apresenta um bom número de consumidores na maioria das vezes esse número de pessoas não demora a ser atingido.
UOL Notícias: Cuidados Necessários antes de entrar na “onda” das compras coletivas.
A matéria chama a atenção para outro fator importante das compras coletivas: a falta de atenção dos compradores desses sites, que por muitas vezes não se atentam a data de validade do cupom de desconto, a localização distante do estabelecimento, além das compras por impulso, motivadas apenas, pelo fato do valor estar abaixo do preço normal.
A matéria ainda possui informações e dicas úteis do Procon de como proceder no caso de dúvidas. Dicas como se atentar a data de validade dos cupons, ler atenciosamente os termos das ofertas do site, buscar na Internet se há reclamações sobre o estabelecimento, comparar o preço original da oferta como do desconto, para ver se realmente aquele desconto procede, e pra finalizar, destaque para a importância de obter informações com antecedência para não se aventurar e comprar nesses sites e ter problemas no futuro.
INFO: Sites de compra coletiva estão contratando
O artigo apresenta o crescimento de sites do gênero no Brasil, e com esse crescimento aumenta a procura por funcionários, para acompanhar o ritmo de expansão. Essa procura não está apenas nas cidades em que o site fica de fato, quando há a abertura de uma filial do site em outras cidades eles recrutam profissionais locais para viabilizar e aumentar os negócios.
Esses representantes precisam conhecer bem a cidade e saber onde estão os melhores pontos que irão gerar ofertas que renderão lucros. A desvantagem é que por essas empresas estarem no começo não há um plano de carreira definido e a regra nesse caso é: “se a Empresa crescer todo mundo cresce junto”
Exame.com: Esquenta briga no mercado de compras coletivas
Com o aumento de cadastros em sites de compra coletiva, aumenta também a concorrência, tendo em vista que os sites de compra coletiva são um bom negócio, cada vez mais empresários procuram investir nesse ramo.
Estima-se que esse mercado já faturou aproximadamente 50 milhões de reais, alcançando mais de 8 milhões de usuários. Acredita-se que o público alvo desse segmento, sejam na maioria jovens que vivem na internet a procura de bons descontos, quando se preparam para sair, por isso é feio uma pesquisa de mercado através das redes sociais para saber as opções que mais agradam.
Segue tabela explicativa do site Mundo do Marketing, que explica detalhadamente, em forma de um infográfico, o fluxo de consumo e dinheiro gerado pelas compras via Intenet no ano de 2010.
Segundo o site, a previsão para o segmento em 2011 será em torno de R$ 21 bilhões.
No site E-Commerce News, há um artigo relacionado à nova dinâmica de consumo baseado no e-commerce.
Segundo o site, atualmente os consumidores estão usando como referenciais para consumo, amigos, fãs e seguidores nas redes sociais, a fim de descobrir e adquirir melhores produtos com preços menores é como se fosse um “test drive” coletivo. Essa tendência é chamada de “F-Factor”, com “F” de amigos, fãs e seguidores - friends, fans e followes, dominados pelo Facebook
Definições F-Factor:
F-Discovery – A descoberta. Envolve o desejo do consumidor em obter ou experimentar variedades de produtos e com preços cada vez menores.
F-Rated – A busca dos melhores produtos faz com que os consumidores recorram a sites que disponibilizam avaliações e opinião de outros consumidores sobre esses produtos, ou serviços e onde encontrá-los.
F-Feedback – Comentários deixados anônimos, contando suas experiências de consumo, muitas vezes não interessam aos consumidores, mas sempre tem alguém que passou por alguma situação parecida.
F-Together – Os consumidores gostam de compartilhar algumas compras, especialmente aquelas que permitem experiências com seus amigos, como bilhetes para eventos e créditos por indicações nos sites.
F-Me – O estudo refere-se a este fator como uma tendência entre as empresas de lançarem produtos e serviços personalizados com base no comportamento dos consumidores em redes sociais, como as preferências de um cliente expostas em um perfil no Facebook, por exemplo.
7. Considerações finais
O tema escolhido gera reflexão sobre o consumo excessivo na sociedade atual e a expressiva parcela de culpa das mídias sociais nesse crescente processo.
O E-commerce se está se espalhando muito rápido, ganhando imenso espaço e facilitando as pessoas a adquirirem produtos e serviços sem sair de casa.
Marshall Mcluhan já previa que isso aconteceria, em seu estudo sobre a Aldeia Global, ele considera que as informações trocadas de forma virtual e eletrônica superam as distâncias geográficas e permitir o trabalho remoto entre pessoas, empresas e governos.
E é exatamente isso que podemos observar, as pessoas estão cada vez mais conectadas em suas redes sociais, onde podem, falar com seus amigos, expor suas frustrações e agora até mesmo comprar sem sair de casa.
Ter a comodidade de ficar em casa em um dia frio é ótimo, mas não poder provar o que você esta comprando para saber se gosta torna esse processo de comprar frio e isola cada vez mais a pessoa das outras sem que ela perceba.
Essa Aldeia Global em que todos nós fazemos parte tende a se consolidar cada vez mais, mas até quando isso irá durar? Será que vale realmente a pena trocar o contato pessoal, pelo virtual? E quanto ao consumo, até quando irá durar, esse consumo desenfreado que estimula cada dia mais sites de vendas abrirem as portas?
8. Bibliografia
Época Negócios
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177066-16363,00-ELE+INVENTOU+A+COMPRA+COLETIVA.html
Portal G1 - Jornal da Globo
http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/10/compra-coletiva-oferece-descontos-e-gera-visibilidade-para-o-vendedor.html
UOL Notícias
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/10/06/veja-cuidados-necessarios-antes-de-entrar-na-onda-da-compras-coletivas.jhtm
Info Abril
http://info.abril.com.br/noticias/carreira/sites-de-compras-coletivas-estao-contratando-16022011-19.shl
Exame.com
Sites:
E-commerce.org
E-commerce News
Mundo Marketing
Trabalho Acadêmico de Lúcia Maria Barbosa do Nascimento
Teses da USP
Livros Usados
E - Empreendedor - Richard Goossen
COMPRA COLETIVA – Dailton Felipini
E-BOOK
ABC do E-commerce
9. Anexos
O trabalho será apresentado em forma de um blog, hospedado na rede sob o domínio gratuito BLOGSPOT, abordando temas provenientes de um tema central “Consumo Online”.
O blog será criado pelo grupo, com cinco categorias específicas pertinentes a tema escolhido:Aplicativos, Cartões de Crédito, Celulares, Compras Coletivas e Consumo, que conterá as matérias elaboradas pelos integrantes do grupo.
Um site dinâmico, de fácil entendimento e abordagem leve, que desperte interesse pelo tema e mostre à atual nível consumo da sociedade.
Mostrar as conseqüências da popularização das redes sociais e como forma o incentivo ao consumo pela internet.
Destacar a evolução do consumo: o que antes o consumidor teria que ir até loja física para adquirir, atualmente pode comparar preços e efetuar compras com apenas um clique do mouse.
Nome do blog: Internétic@ Online
Categorias:
ü Compras coletivas
ü Celulares
ü Aplicativos
ü Cartões de crédito