segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A febre e o declínio das compras coletivas

Facilidades de comprar online incentivam o consumo e a proliferação de sites do seguimento
Por Aline Peralta
O modelo de site de compras coletivas que conhecemos hoje foi criado em 2008 – pelo Groupon em Chicago – e desde então virou febre nos quatro cantos do mundo alavancando a economia e facilitando a vida de muitas pessoas que preferem fazer compras pela internet. Por aqui foi só uma questão de tempo para que dezenas de empresas também se lançassem nesse novo e promissor mercado.

O pioneiro Groupon logo desembarcou no Brasil, como o nome de Clube Urbano – que logo seria rebatizado como Groupon – e outros como ClickOn e Citybest que também surgiram na mesma época. Em novembro do mesmo ano, foram registrados mais de 246 sites de compras coletivas, um número elevado pelo período de tempo.

Surgiram diversos sites pequenos, que se manteriam por um tempo, mas devido a concorrência com outros sites maiores acabaram falindo, uns fecharam suas portas e outros fizeram fusões com sites maiores.




Essas facilidades incentivaram o consumo, algumas pessoas impulsionadas pelos grandes descontos – que podem chegar até 90% - adquirem os produtos e serviços sem sequer analisar sua real necessidade afim de não deixar passar aquele oportunidade. Essa compulsão pode gerar grandes frustrações na hora de usufruir dos serviços contratados, principalmente quando o consumidor não presta atenção no regulamento ou nos termos de uso do cupom ou ainda quando o estabelecimento não supera as expectativas.
Depois da febre dos sites de compras coletivas, alguns sites tiveram que fechar suas portas, para ilustrar melhor essa situação, conversamos com publicitário Fábio Cordeiro, 29 anos, sócio do extinto site de compras coletivas Desconto & Diversão:



Internétic@: Como surgiu a ideia de criar o Desconto & Diversão?
Fábio Cordeiro: !D iniciou como uma brincadeira. Juntamos alguns amigos e acreditamos no potencial do mercado brasileiro. Analisamos a nova tendência em compras coletivas que já fazia sucesso em todo o mercado maericano e agora estava se tornando tendência também no Brasil. 
Impulsionados pelo desejo de inovar e acreditando fortemente nesta nova “onda”, demos início ao !D, projeto o qual começou todos os quatro elementos em casa. Neste momento trabalhávamos em diferentes empresas em tempo integral tendo apenas as madrugadas para desenvolver nosso projeto paralelo.
Criamos a identidade visual, a programação, as validações de segurança, projetos de marketing on-line e demos inicio ao projeto em Outubro. 
Para nós era um novo mundo, pois nenhum de nós vinha de áreas especificas de e-commerce.

@: E como foi o desempenho inicial e a aceitação do site?


FB: Tivemos um lançamento do site com promoções que no início eram estabelecimentos de amigos que nos ajudavam, sem muito acreditar no negócio. Após 15 dias “rodando” o site sem grandes promoções ou ações de marketing, começamos a obter inúmeras visitas e algumas vendas significativas; era o efeito do boca-a-boca acontecendo. 
Tivemos um crescimento expressivo em vendas e em dezembro decidimos realmente injetar capital na empresa. Não era mais brincadeira! Era a hora de apostar todas as fichas. Foi então em janeiro que realmente tínhamos uma empresa. 
Infra-estrutura, capital de giro, funcionários contratados, estávamos prontos para disputar um lugar em um mercado tão voraz, onde se ganha alto e perde-se rápido. As promoções agora tinham volume, estávamos vendendo bem, possuíamos equipe comercial e faturávamos o suficiente para pagar as contas da empresa. Mas o mercado começara a se demonstrar saturado, devido a “onda” e grandes faturamentos, diversas empresas foram constituídas ao longo de apenas 2 meses. Competíamos com mais de 60 sites comparados aos 10 do ano em 2010.

@ Por que site acabou? Quais fatores contribuíram para isso? 
FB: A matemática já não era a mesma, a aceitação dos clientes também não, encontrávamos perdidos. Nosso capital já não era suficiente, havíamos investido 50 mil reais para iniciar a empresa enquanto outros concorrentes haviam injetado mais de 1 milhão e reais. A partir de fevereiro de 2011 estávamos no vermelho, investindo mais do que conseguíamos arrecadar, tentamos diversas fórmulas para retomar a operação e conseguir um aumento no faturamento expressivo mas sem sucesso até abril. Foram 3 meses de brigas, de diferentes ponto de vista e o pior, os sócios já queriam abandonar o barco. 
Foi final de abril que as coisas começaram a mudar, parecia que havíamos encontrado a fórmula. Estávamos nos recuperando de mais de 30 mil reais de prejuízo, as vendas estavam melhorando e nosso faturamento aumentando dia-a-dia. Mas os ânimos não estavam bons, as diversas brigas já havia desgastado a equipe e 2 dos 4 sócios queriam sair do negócio. 
Em junho as coisas já estavam estabilizadas, as contas fechavam mas os sócios não se davam mais. Estavam magoados. Em uma reunião foi decidido o fechamento da empresa neste mesmo mês.
@Em sua opinião, qual o destino dos sites de compras coletivas no Brasil?
O modelo de compras coletivas veio para ficar, mas talvez não neste modelo que encontramos hoje, é o mercado vai ditar quem sai e quem fica. Empresas compromissadas com o bom atendimento e inovação continuarão a faturar alto enquanto aquelas que não cuidam de seus clientes e não inovam vão acabar. 
O mercado de compras on-line ainda vai crescer muito, estamos engatinhando em compras online em relação aos Estados Unidos ou Europa. 
Hoje menos de 20% da sociedade utiliza o computador para comprar, ou seja, o crescimento é inevitável, temos 80% de boas oportunidades ainda a ser explorada.

domingo, 20 de novembro de 2011

Utilização dos cartões de crédito

Como prevenir que esse bem se torne um mal
Por Fabi Galhardo

Os cartões bancários, em especial o de crédito vem sendo uma opção rápida e eficiente para realizar uma compra quando não se possui dinheiro em mãos.

Porém, até que ponto o cartão pode ser um benefício? A Internética foi até as ruas para saber qual a opinião das pessoas, “Eu utilizo para comprar produtos do exterior, via internet, por ser mais barato e mais fácil do que se eu fosse até uma loja física que possuísse o produto. Mas, fora isso, prefiro pagar no débito, ou a dinheiro”. Declarou o estudante Caio Eduardo Gerardo.

O auxiliar administrativo  Gabriel Ponce, diz, “Nunca tive problemas com o cartão de crédito e uso para tudo. Sempre acompanho, via banco on line, o quanto estou gastando para ter um controle dos meus gastos”.

Em alguns casos a pessoa consegue administrar o limite de crédito. Mas no caso da estudante Isabela Balbo afirma: “Eu quebrei o meu, pois sempre estourava o limite e o cartão deixou de ser um benefício para me dar sérios problemas.” 
Verônica Eloi Freitas, desempregada atualmente, não utiliza mais cartão há aproximadamente 5 anos, “Para mim são uma forma de gastar além do que você pode. Tem que saber utilizar, eu não sei.”


Algumas empresas como no caso do banco Santander, criaram a conta Santander Universitário, é uma conta voltada para jovens universitários, a conta tem todos os direitos de uma conta comum, entretanto, a função de crédito do cartão tem que ser utilizado uma vez ao mês caso contrário será adicionado a fatura uma taxa de R$ 8, 90 por falta de utilização do crédito.


A estudante de jornalismo Amanda Claudino diz o que acha, “Acredito ser uma injustiça, pois eu sou obrigada a utilizar o meu cartão todo mês na função crédito para não ter que pagar um valor alto. Em minha opinião essa é a forma que o banco encontra de fazer com que o estudante consuma mais do que pode. Por exemplo, todo mês sabendo que eu tenho que gastar para não vir taxa, ás vezes eu acabo comprando algo e parcelando, porém no outro mês tenho que compra de novo. Então, tento ficar sempre atenta para usar da melhor forma possível o cartão.” Amanda Claudino já prestou atendimento para bancos e o irmão dela o Erick Claudino é formado em administração de empresas e dá a dica, “Sempre acompanhar via on line o consumo pelo cartão de crédito, jamais usá- lo de forma desnecessária, se costuma utilizar muito o cartão ter dinheiro na conta para utilizar na função débito, caso já esteja com dívida deixar o cartão em casa.”

Recentemente, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS) acaba de lançar a campanha Você manda no seu bolso, de acordo com a matéria publicada na coluna da Época, no caderno de negócios. A iniciativa de educação financeira pretende conscientizar os clientes dos perigos do mau uso do cartão de crédito. Alertando os novos consumidores das classes C, D e  E, para que eles consumam mas sem o menor interesse em arcar com as taxas de inadimplência muito altas.

No site da campanha www.abecs.org.br/dicas/#/DICAS_CONSUMIDOR/ é possível conseguir informações úteis para todas as faixas de renda. O endereço eletrônico aborda assuntos como o planejamento financeiro, usos possíveis do cartão e pagamento mínimo da fatura.
Em breve, o site também promete trazer um simulador de despesas. O aplicativo tem como objetivo ajudar o consumidor a traçar metas, respeitando os princípios do consumo consciente.

Ou seja, o cartão de crédito é um produto estimula a compra, mas cabe ao consumidor saber qual a melhor forma de utilizar para não se tornar algo prejudicial à economia pessoal.

E você costuma financiar bem os seus gastos no cartão de crédito? Comente!

sábado, 19 de novembro de 2011

Do tijolo ao peso de pena, a evolução dos celulares e suas tecnologias

Miniaturização de componentes, telas coloridas e maiores, baterias de longa duração revolucionaram a telefonia sem fio, e hoje, com aparelhos que pesam apenas algumas gramas, pequenos em seu tamanho, mas gigantes em relação a tecnologia.

Por Iara Vasques

Muitas modificações e inovações foram introduzidas na tecnologia utilizada pelos telefones celulares desde que a Motorola apresentou, em 1973, seu protótipo do primeiro telefone celular. Acompanhe, em nossa matéria, um pouco sobre como a Motorola tem compartilhado até hoje na evolução de aparelhos celulares e porque deixaram de ser itens supérfluos e se tornaram artigos de primeira necessidade - no primeiro semestre de 2011 as vendas de celulares inteligentes, aumentaram 165% na comparação com o mesmo período de 2010,  para bilhões de usuários no planeta.
Em entrevista com Fábio Madureira, gerente de projetos da Motorola há 12 anos,  nos revela que seu mais recente trabalho, foi o produto XT300, um Smartphone lançado em vários países. O aumento das funcionalidades do telefone, os chamados smartphones, visam o público que precisa de mobilidade e conectividade constantes tendo assim acesso aos serviços de comunicação em qualquer lugar. Estes smartphones começam a ser utilizados como um computador de bolso com conectividade, ou seja, profissionais ou pessoas que precisam de mobilidade para exercer suas tarefas onde estiverem. 
Segundo ele, o avanço da tecnologia tem permitido incorporar mais funcionalidades ao telefone comum, hoje além da comunicação de voz e mensagens de textos simples, é possível dar mobilidade a serviços de comunicação diversos como emails, chat, vídeo chamada, etc. O poder de processamento dos telefones tem evoluído muito nos últimos anos, e a velocidade desta evolução tem acelerado cada vez mais fazendo com que novos produtos com novas tecnologias surjam em períodos cada vez menores, o que antes demandava anos hoje leva meses para ser concluído.
Em relação a estes aparelhos que concentram cada vez mais funções, perguntamos ao gerente de projetos da Motorola, se ele vê algum dispositivo fadado a desaparecer, como o Bip?
Fábio Madureira, gerente de projetos da Motorola, nos afirma que, o bip, ou pager, teve seu uso diminuído, e provavelmente deixe de ser usado, outros
Dispositivos podem simplesmente se fundir a outros mais avançados. Com o avanço das redes móveis e diminuição dos preços é provável, por exemplo, que os telefones fixos sejam descontinuados.
 Informou que a empresa produz Smartphones há algum tempo e sempre buscando atender seus clientes em suas necessidades, e que seus novos  lançamentos trarão consigo um design diferenciado ou uma nova tecnologia para atrair os consumidores, como por exemplo as versões mais recentes do sistema Android da Google.
Falando em tecnologia em celular, os Smartphones têm concentrado as mais avançadas tecnologias, afirma Fábio Madureira.
Em relação a ligação de educação e tecnologia, é possível utilizar o celular como meio de propagação de conteúdo, uma vez que hoje as redes móveis tem uma boa capacidade de tráfego de dados, desta forma seria possível utilizar-lo como parte de uma solução em educação, disse Fábio.
Segundo ele, sobre o que esta tecnologia reflete para as crianças de hoje, este tipo de tecnologia começa a influenciar a noção de mobilidade e concentração de serviços num mesmo dispositivo, as formas como elas se comunicarão de ser um resultado da evolução destes dispositivos
A respeito do novo projeto da Motorola Droid, o gerente de projetos nos afirmou que, a Motorola tem tido a oportunidade de lançamentos utilizando sempre as versões mais atuais do Android, inclusive lançamentos onde a nova versão do Android também é parte do novo projeto. A família Droid tem disponibilizado sempre o melhor em tecnologia visando seu público específico. Infelizmente antecipar mais informações sobre o produto não é permitido para mim, finaliza. 



  
Para saber o que as mães estão achando desta tecnologia ao alcance de seus filhos, falamos com a Dra. Carolina F. psicóloga do hospital Unicamp.
Segundo a Dra. Carolina F., as crianças de hoje em dia, estão querendo ter um aparelho celular muito cedo, tem crianças que já possuem um aparelho celular com 7 anos de idade, tem pessoas que acham bom as crianças ter um aparelho celular, mas outras não acham legal, tudo tem seu lado bom e seu lado ruim nesse caso é bom, pois se acontecer alguma coisa a criança pode ligar para seus país, e o lado ruim é que muitas crianças não sabem ter o controle de um aparelho celular e acabam gastando os créditos rapidamente.
Os adolescentes são muito antenados quando o assunto é tecnologia eles entendem de tudo sobre esse assunto, nas escolas os aparelhos eletrônicos é bem comum nas mãos deles e os diretores das escolas não gostam muito disso, pois tem uma lei que proíbe que os alunos utilizem aparelhos celulares e mp4 dentro da sala de aula, mas muitos alunos utilizam esses aparelhos dentro da sala de aula, comenta Dra Carolina F..
A tecnologia vem se inovando a cada dia que passa e as crianças desde muito pequenas tem estado por dentro do assunto, crianças de apenas 3 anos de idade hoje em dia manipulam facilmente um Tablet, por exemplo, elas com seus olhares rápidos e curiosos estão captando informações muito rápido.
Do modo em as idéias vem fluindo e com a rapidez da construção de uma nova tecnologia no mercado de hoje, muito em breve, teremos uma tecnologia muito maior realizada pelas crianças que manipulam aparelhos que nós temos um pouco de dificuldade para manusear, hoje em dia. Acredito que o futuro tecnológico esta nas mãos deles, relata Dra. Carolina F..
Para finalizar, a Dra. Carolina F. psicóloga do hospital Unicamp, sugere as mães, acompanharem ao máximo seus filhos o uso destes aparelhos, pois a vários fatores de riscos, muitas horas de uso, que pode causar uma enxaqueca precoce, as redes sociais, entre outros. Tecnologia é bom e saudável, quando se utiliza de maneira correta e controlada. 

Do tijolo ao peso de pena, a evolução dos celulares e suas tecnologias

Miniaturização de componentes, telas coloridas e maiores, bateriais de longa duração revolucionaram a telefonia sem fio, e hoje, com aparelhos que pesam apenas algumas gramas, pequenos em seu tamanho, mas gigantes em relação a tecnologia.

Por Iara Vasques

Muitas modificações e inovações foram introduzidas na tecnologia utilizada pelos telefones celulares desde que a Motorola apresentou, em 1973, seu protótipo do primeiro telefone celular. Acompanhe, em nossa matéria, um pouco sobre como a Motorola tem compartilhado até hoje na evolução de aparelhos celulares e porque deixaram de ser itens supérfluos e se tornaram artigos de primeira necessidade - no primeiro semestre de 2011 as vendas de celulares inteligentes, aumentaram 165% na comparação com o mesmo período de 2010,  para bilhões de usuários no planeta.
Em entrevista com Fábio Madureira, gerente de projetos da Motorola há 12 anos,  nos revela que seu mais recente trabalho, foi o produto XT300, um Smartphone lançado em vários países. O aumento das funcionalidades do telefone, os chamados smartphones, visam o público que precisa de mobilidade e conectividade constantes tendo assim acesso aos serviços de comunicação em qualquer lug ar. Estes smartphones começam a ser utilizados como um computador de bolso com conectividade, ou seja, profissionais ou pessoas que precisam de mobilidade para exercer suas tarefas onde estiverem. 
Segundo ele, o avanço da tecnologia tem permitido incorporar mais funcionalidades ao telefone comum, hoje além da comunicação de voz e mensagens de textos simples, é possivel dar mobilidade a serviços de comunicação diversos como emails, chat, video chamada, etc. O poder de processamento dos telefones tem evoluido muito nos últimos anos, e a velocidade desta evolução tem acelerado cada vez mais fazendo com que novos produtos com novas tecnologias surjam em períodos cada vez menores, o que antes demandava anos hoje leva meses para ser concluído.
Em relação a estes aparelhos que concentram cada vez mais funções, perguntamos ao gerente de projetos da Motorola, se ele vê algum dispositivo fadado a desaparecer, como o Bip?
Fábio Madureira, gerente de projetos da Motorola, nos afirma que, o bip, ou pager, teve seu uso diminuido, e provavelmente deixe de ser usado, outros
dispositivos podem simplesmente se fundir a outros mais avançados. Com o avanço das redes móveis e diminuição dos preços é provável por exemplo que os telefones fixos sejam descontinuados.
 Informou que a empresa produz Smartphones há algum tempo e sempre buscando atender seus clientes em suas necessidades, e que seus novos  lançamentos trarão consigo um design diferenciado ou uma nova tecnologia para atrair os consumidores, como por exemplo as versões mais recentes do sistema Android da Google.
Falando em tecnologia em celular, os Smartphones tem concentrado as mais avançadas tecnologias, afirma Fábio Madureira.
Em relação a ligação de educação e tecnologia, é possível utilizar o celular como meio de propagação de conteúdo, uma vez que hoje as redes móveis tem uma boa capacidade de tráfego de dados, desta forma seria possível utilizar-lo como parte de uma solução em educação, disse Fábio.
Segundo ele, sobre o que esta tecnologia reflete para as crianças de hoje, este tipo de técnologia começa a influenciar a noção de mobilidade e concentração de serviços num mesmo dispositivo, a forma como elas se comunicarão de ser um resultado da evolução destes dispositivos
A respeito do novo projeto da Motorola Droid, o gerente de projetos nos afirmou que, a Motorola tem tido a oportunidade de lançamentos utilizando sempre as versões mais atuais do Android, inclusive lançamentos onde a nova versão do Android também é parte do novo projeto. A familia Droid tem disponibilizado sempre o melhor em tecnologia visando seu público específico. Infelizmente antecipar mais informações sobre o produto não é permitido para mim, finaliza. 


  
Para saber o que as mães estam achando desta tecnologia ao alcance de seus fihos, falamos com a Dra. Carolina F. psicologa do hospital Unicamp.
Segundo a Dra. Carolina F., as crianças de hoje em dia, estão querendo ter um aparelho celular muito cedo, tem crianças que já possuem um aparelho celular com 7 anos de idade, tem pessoas que acham bom as crianças ter um aparelho celular, mas outras não acham legal, tudo tem seu lado bom e seu lado ruim nesse caso é bom, pois se acontecer alguma coisa a criança pode ligar para seus país, e o lado ruim é que muitas crianças não sabem ter o controle de um aparelho celular e acabam gastando os créditos rapidamente.
Os adolescentes, são muito antenados q uando o assunto é tecnologia eles entendem de tudo sobre esse assunto, nas escolas os aparelhos eletrônicos é bem comum nas mãos deles e os diretores das escolas não gostam muito disso, pois tem uma lei que proíbe que os alunos utilizem aparelhos celulares e mp4 dentro da sala de aula, mas muitos alunos utilizam esses aparelhos dentro da sala de aula, comenta Dra Carolina F..
A tecnologia vem se inovando a cada dia que passa e as crianças desde muito pequenas tem estado por dentro do assunto, crianças de apenas 3 anos de idade hoje em dia manipulam facilmente um Tablet, por exemplo, elas com seus olhares rápidos e curiosos estam captando imformações muito rápido.
Do modo em as idéias vem fluindo e com a rapidez da construção de uma nova tecnologia no mercado de hoje, muito em breve, teremos uma tecnologia muito maior realizada pelas crianças que manipulam aparelhos que nós temos um pouco de dificuldade para manusear, hoje em dia. A credito q ue o futuro tecnológico esta nas mãos deles, relata Dra. Carolina F..
Para finalizar, a Dra. Carolina F. psicologa do hospital Unicamp, sugere as mães, acompanharem ao máximo seus filhos o uso destes aparelhos, pois a vários fatores de riscos, muitas horas de uso, que pode causar uma enxaqueca precoce, as redes sociais, entre outros. Tecnologia é bom e saudável, quando se utiliza de maneira correta e controlada. 

domingo, 6 de novembro de 2011

Aplicativos - o novo fenômeno

Por Diego Mota


        O consumo de celulares aumentou absurdamente entre os brasileiros. Essa crescente na compra de aparelhos celular não está ligada diretamente à telefonia, mas sim aos outros funcionamentos do aparelho, como reprodutor de áudio, câmera fotográfica, acesso à internet, jogos, entre outros. Consequentemente o número de consumidores de aplicativos para celular também está em alta, e só tende a crescer nos próximos anos, como diz o estudante de Tecnologia da informação, Thiago Henrique, que baseia seu TCC no crescimento dos aplicativos.
“Com o crescimento dessa tecnologia, eu e meu grupo pensamos em fazer um aplicativo utilitário. Como as pessoas dificilmente usam seus celulares apenas para telefonar, a bateria descarrega extremamente rápido, muitas vezes não duram nem 24 horas, principalmente se o sistema operacional que eles usarem for o Android, uma das jóias raras da Google. Por isso foi que estamos desenvolvendo um aplicativo no qual o celular absorve a energia solar e a transforma para ser usada no celular”


Boneco que representa o Android e os mais diversos aplicativos


Aplicativos ou app, como são conhecidos, servem tanto para facilitar a vida – em se tratando de aplicativos utilitários – assim como para puro divertimento. Podem ser divididos em várias categorias, como por exemplo, aplicativos de entretenimento, música, educação, interação social, dentre outros. 
Aplicativos conhecidos ou populares como o jogo ANGRY BIRDS, podem ser baixados pelos usuários automaticamente do celular e o melhor, de graça. Alguns mais desconhecidos da população como o SOLO, que transforma o seu smartphone em uma verdadeira guitarra de mão, são pagos, e é este consumo que cresce cada vez mais no mundo cibernético.
Uma companhia americana de estudos de mercado Piper Jaffar divulgou no mês de junho deste ano um relatório que aponta o crescimento no consumo de aplicativos desenvolvidos para dispositivos da Apple, como iPods, iPads e iPhones.
O documento aponta que entre janeiro e junho, a média de downloads pagos chegou a 83 programas por usuário, obtendo assim um número de crescimento de 61% em relação ao mesmo período de 2010.
            Os números só vêm confirmar que o estudante Thiago está levando o seu Trabalho de Conclusão de Curso pelo caminho certo e mostrar que os celulares são cada vez menos usados para fazer e receber ligações. A pergunta que fica é: Será que no futuro poderemos usar o celular para fazer ligações?

Quem Somos



JORNALISMO / 6º SEMESTRE

Aline Peralta
Diego Mota
Fabiola Galhardo
Iara Vasques

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Regulamento PIC

UNIVERSIDADE PAULISTA-UNIP




PIC - PROJETO INTEGRADO DE COMUNICAÇÃO




“USO DAS REDES SOCIAIS COMO DEMOCRATIZAÇÃO DO MEIO DE COMUNICAÇÃO”
“CONSUMO ONLINE”












São Paulo
2011

Aline Bozzo Peralta Ra: a1abh-1
Diego Campos Carvalho Da Mota – Ra: 660808-6
Fabíola Milena Galhardo Ra: a19016-3
Iara Vasques Ra: a22055-0







PIC – PROJETO INTEGRADO DE COMUNICAÇÃO





JORNALISMO / 6º SEMESTRE


PROFESSOR DÁVIUS SAMPAIO





São Paulo
2011

Índice:
1.     Títulos
2.     Tema
3.     Objetivo
4.     Justificativa
5.     Análise Documental
6.     Análise de Mídia
7.     Considerações Finais
8.     Bibliografia
9.     Anexos

1. Titulo:

“Uso das Redes Sociais como democratização dos meios de comunicação”

2.  Tema:

“Consumo online”: A facilidade em comprar pela Internet sem precisar sair de casa e com preços mais acessíveis.

3.   Objetivo

Nos dias atuais as redes sociais são mais e mais visadas para diversos fins como, por exemplo, as comunicações interpessoais, a divulgação de produtos, informações, prestação de serviços, entre outras vantagens oferecidas. Mas, o que vem crescendo dia-a-dia é o consumo em sites de compras coletivas, leilões on line e lojas virtuais. O chamado E-commerce, da mesma forma que traz benefícios e facilidade de compra, pode também levar o consumidor a consumir de forma descontrolada e irreflexiva sobre a necessidade ou eficiência do produto.
Por meio deste trabalho, iremos nos aprofundar sobre a utilização das compras em redes sociais de forma democrática.

4.   Justificativa

O tema escolhido é amplo, porém nosso foco abrange apenas duas importantes questões: as facilidades das compras pela Internet e o perigo do consumo desenfreado causado por essas facilidades.
O surgimento da expressão E-Commerce (Comércio Eletrônico) traz a tona o imenso poder que esse tipo de comércio exerce no mercado dos dias atuais.
A proliferação dos sites de compras coletivas é tema de diversos artigos e livros, tanto de mercado de trabalho, quanto de comportamento. Além de leilões online, lojas virtuais e todo tipo de comércio via web.
Todo esse fenômeno causa imenso interesse e a partir deste trabalho iremos nos aprofundar no assunto e buscar respostas diante de algumas questões, tais como o consumo e o poder das redes sociais neste novo segmento.

5.   Análise Documental

Existindo há alguns anos, o e-commerce sofreu um grande “Boom” nos últimos anos, muito em função da criação das compras coletivas, pelo americano Andrew Mason.
O fenômeno é tão grande que já foi alvo de muitas matérias de destaques em grandes revistas, como a matéria publicada na revista ÉPOCA, em 27 de outubro de 2010, que visava explicar a criação e o funcionamento deste novo tipo de e-commerce, até então pouco difundido no Brasil.
Para compreender o processo torna-se necessário olhar, para o objeto de estudo como um produto construído ao longo da história documental do homem e, por isso, desenvolvido a partir de domínios ou ambiências de produção e uso, como por exemplo: a biblioteconomia.
A abordagem proposta nesta seção parte, portanto, da organização ou tratamento, enquanto conjunto de ações que se constroem. Tendo em vista a mediação da informação pelo profissional da informação, no entorno da Ciência da Informação, aqui entendido como domínio de estudos e pesquisas em Ciências Sociais aplicadas.
Por meio de análises teórico-exploratórias, busca-se delinear um espaço de diálogo entre a produção, a organização e o uso da informação, demarcado pelas tendências da Organização do Conhecimento.
No e-commerce um dos fundamentos é entender o processo em que se dá o funcionamento de compra e venda online.

B2B (Business to Business)
            São as transações de comércio entre empresas. Uma empresa vendendo para outra empresa é B2B. Essa é a sigla mais famosa e serve para representar todas as outras abaixo quando generalizada. Um exemplo é a venda de material de escritório para empresas ou a compra de insumos para a produção de bens.
B2C (Business to Consumer)
            É o comércio entre a empresa e o consumidor. Este é o mais comum. Um exemplo próximo é a http://loja.imasters.com.br, o iMasters SHOP ou a mais famosa Amazon.
C2C (Consumer to Consumer)
            Este é o comércio entre consumidores. Ele é intermediado normalmente por uma empresa (o dono do site). O exemplo são os sites de leilão como o Ebay ou classificados.
B2G (Business to Governement)
            São as transações entre empresa e governo. Os exemplos comuns de B2G são licitações e compras de fornecedores.
B2E (Business-to-Employee)
            Normalmente relacionado aos portais (intranets) que atendem aos funcionários. Tem por objetivo de ser uma área central de relacionamento com a empresa. Através dele os funcionários podem, por exemplo, pedir material para sua área, gerir todos os seus benefício ou até utilizar processos de gestão dos funcionários (faltas, avaliações, inscrições em treinamentos...).
Logo, a necessidade do documento e da sua informação é uma das formas possíveis de relação de dependência entre o homem e a coisa. Há o entendimento que as técnicas iniciais, voltadas basicamente para a recuperação física do documento (em detrimento do seu conteúdo em alguns momentos), continuam a existir de forma aperfeiçoada, em razão da natureza social que mantêm com a necessidade de organizar.
Baseado no e-book “ABC DO E-COMMERCE” nosso projeto integrado de comunicação, se fundamenta nos princípios do e-commerce.
         Felipini é uma referência quando o assunto é e-commerce. É graduado e mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas - FGV em São Paulo. É consultor e especialista em e-commerce e trabalhou na IBM em Nova York.
Segundo Dailton Felipini: “A utilização de meios eletrônicos, como a Internet, nas transações comerciais com outras empresas é uma tendência tão natural que, em algum momento, não fará mais sentido se falar em comércio eletrônico B2B, uma vez que a quase totalidade das empresas estará utilizando esse novo canal para realizar suas transações em decorrência da maior produtividade trazida por ele.“
O caminho para o empreendedorismo
            Atualmente, é preciso pensar menos em emprego e mais em trabalho. O fundamental é adquirir o conhecimento que vai gerar valor no mercado, não importando a forma com a qual esse conhecimento é transacionado, se por meio de carteira, consultoria, terceirização, contrato de compra e venda de serviço, ou outra qualquer. Esqueça o velho e surrado bordão de “arrumar um bom emprego com carteira assinada”. Troque-o pela possibilidade de adquirir conhecimento que venha gerar valor para os outros, empacote o seu conhecimento com competência e ofereça-o ao mercado na forma que ele deseja. Procure sempre pensar como empreendedor, ser dono de seu destino e nunca abandonar um sonho por medo de se arriscar num empreendimento.
O empreendedorismo em novos campos de atuação
            É bem provável que você já está familiarizado com a Internet em seu cotidiano, seja para receber emails, buscar informações, namorar etc. Mas, talvez, você não tenha notado que ela está mudando também a forma como as pessoas compram e realizam transações. Devido principalmente a comodidade, as pessoas estão comprando cada vez mais pela Internet, e isso significa uma excelente oportunidade para quem quer vender seu produto ou serviço e tem conhecimento e competência para fazê-lo. É muito mais fácil se estabelecer – e ser bem-sucedido – em um setor que está em franco crescimento, do que em outro que está estagnado, ou até mesmo em declínio
Empreendedorismo e nichos de mercado na Internet
A Internet representa um novo, e promissor, campo de atuação para os empreendedores.  Como os negócios on-line são relativamente recentes, o conhecimento na área ainda é restrito a poucos e a Internet apresenta inúmeros nichos de mercado que podem se transformar em negócios bem-sucedidos se explorados devidamente.
Abordagens do e-commerce com outras redes sociais.
A agilidade na propagação de informações e grande volume de usuários tornaram o Twitter um alvo para estratégias de marketing digital assim como ocorre em outras redes sociais como o Orkut e o Facebook.  Como o Twitter é uma rede social relativamente recente, as melhores práticas de divulgação nessa ferramenta ainda serão consolidadas, mas várias empresas já utilizam o Twitter para ações de marketing digital como concursos e promoções. Em geral a estratégia consiste em: a. gerar um fato novo que atraia a atenção dos seguidores e os motive a visitar o site; b. estimular uma determinada ação que pode ser uma compra, o preenchimento de um cadastro, download de um arquivo, entre outros.  Embora, ainda seja cedo para uma avaliação precisa de resultados de ações de marketing digital no Twitter, essa é uma rede social que merece atenção.
Não há como escapar das tendências, se você não participa das redes sociais, com certeza está perdendo uma grande oportunidade de expor sua marca, seus produtos, promoções, etc.
Com o Facebook, podemos criar abas específicas com temas da empresa e também abas específicas para uma vitrine de vendas dos produtos e serviços.
Caso prefira, faça como a Fast Shop, use o Mural para expor seus produtos, uma pequena descrição, imagem e o link para a compra do produto, são suficientes para uma boa divulgação e levar o consumidor para a página de compras do seu site.
Não se esqueça de destacar as vantagens que sua loja oferece ao consumidor, isto com certeza fará com que os fãs divulguem sua loja para seus amigos e o famoso “boca-a-boca” vai te ajudar a vender ainda mais.
Em relação ao Orkut, o site UOL está lançando um tipo de comércio online usando um perfil para mostrar seus itens ao público cibernético.
Semelhante ao PayPal, PagSeguro do UOL será usado dentro do Orkut, liberando o comércio na rede social.
O aplicativo do UOL chamado Minha Loja e servirá para que os usuários do Orkut possam vender itens recebendo o dinheiro por intermédio do UOL.
A principal vantagem do mecanismo é oferecer segurança para quem realizar transações por meio de cartão de crédito. Entre as garantias oferecidas pelo PagSeguro está a possibilidade de cancelar uma transferência quando um produto encomendado não chega. O usuário tem até 14 dias para bloquear o pagamento à loja.
A parceria também facilita a entrada do Orkut no mundo dos widgets Premium, que cobram pequenos valores em troca de animações ou itens especiais. No Facebook, por exemplo, um usuário pode oferecer animações com um ‘drink’ ou um presente para um de seus contatos, pagando cerca de um dólar.
Alguns dados relevantes:
Ano de 2000: Mais de 1.250.000,00 de vendas na Web, mais de 7.000 encomendas satisfeitas e mais de 12 milhões de páginas vistas; Volume de negócios - 260 mil contos; no mês de Janeiro a Internet representava apenas 6% do faturamento total, com o volume de vendas on-line a rondar apenas os 5 mil contos; no mês de Agosto a loja online registrou lucro superior a 155.000 euros (mais de 31 mil contos); o volume de faturamento até 31 de Agosto de 2000 cifrou-se em 825.000 contos
Ano de 2001: O volume de vendas do Comércio Eletrônico - 2,046 milhões €; o volume de vendas total de 11,171 milhões de euros (2,239 milhões de contos); meses de Janeiro e Fevereiro - cerca de 4 milhões e 500 mil páginas vistas que se traduziram em mais de 90 mil contos vendidos online e cerca de 2 mil e trezentas encomendas entregues; em Dezembro - Faturamento de mais de dois milhões de euros; 10% da totalidade das vendas feitas foram conseguidas através do seu site na Internet; o volume de negócios atingido on-line rondou os 230 mil euros
Ano de 2002: O volume de vendas do Comércio Eletrônico 2.933.588 €; o volume de negócios - 17.157.187 €;
Ano de 2003: Vendas superiores a 3.364.817,40 €; volume de faturamento na ordem dos 19 milhões €.
Analisando os documentos, artigos, teses e trabalhos de conclusão de curso sobre o assunto, concluímos que além de ser uma rede social não tão social assim, o e-commerce envolve muito mais do que cidadãos cibernéticos. Ela engloba todos aqueles que possuem uma mínima vontade de consumo, principalmente para os mais atarefados e que não conseguem tempo para ir a lojas físicas.
O e-commerce nos últimos anos vem cada vez mais aumentando seu faturamento, e com isso investindo pesado para os anos que hão de vir. É esperar pra ver os próximos anos dessa rede social, não tão social assim.

6. Análise de mídia

O E-commerce, que em sua tradução literal significa “comércio eletrônico”, consiste na compra e na venda de produtos e serviços por meio de loja virtuais, com facilidades para pagamentos online.
A expressão E-commerce está presente em vários sites, tantos os especializados no assunto, ou em blogs segmentados, redes sociais e sites de notícias, principalmente na parte de economia, mercado e consumo.
O e-commerce se apresenta de diversas formas, entre os mais expressivos estão sites de compras coletivas, leilões online, pagamentos e compras via web.

Sites de Compras Coletivas
Época Negócios: Ele inventou a Compra Coletiva.
A matéria do site da Época Negócios, fala do inicio dos sites de compra coletiva e conta como Andrew Manson, inventou o Grupon, um dos maiores sites de compra coletiva que existe no mundo.
O negócio começou a partir da idéia de tirar proveito dos dois lados mais comuns entre os usuários da rede, a pesquisa por bons preços, e o uso das redes sociais. O Grupon tem um link conectado com suas redes sociais que assim que é lançada uma nova oferta, seus seguidores ficam sabendo e podem consultar, essa facilidade chama muito a atenção do público.
Jornal da Globo: Compra Coletiva oferece descontos e gera visibilidade para o vendedor.
Em matéria do portal G1, o tema é abordado de forma descontraída, explicando de forma simples e fácil como funcionam os sites de compra coletiva, quais os procedimentos e como adquirir os produtos. Os sites de compras coletivas oferecem desde serviços de estética, cultura, presentes, bares, baladas até cursos e viagens. São diversos outros produtos e serviços com descontos que vão de 50 a 90%, porém, todos esses benefícios, as chamadas ofertas imperdíveis, só se tornam válidas quando o número de compradores estipulado for atingido. Mas como a compra coletiva é um meio de comércio, que está em crescimento, e apresenta um bom número de consumidores na maioria das vezes esse número de pessoas não demora a ser atingido.
UOL Notícias: Cuidados Necessários antes de entrar na “onda” das compras coletivas.
A matéria chama a atenção para outro fator importante das compras coletivas: a falta de atenção dos compradores desses sites, que por muitas vezes não se atentam a data de validade do cupom de desconto, a localização distante do estabelecimento, além das compras por impulso, motivadas apenas, pelo fato do valor estar abaixo do preço normal.
A matéria ainda possui informações e dicas úteis do Procon de como proceder no caso de dúvidas. Dicas como se atentar a data de validade dos cupons, ler atenciosamente os termos das ofertas do site, buscar na Internet se há reclamações sobre o estabelecimento, comparar o preço original da oferta como do desconto, para ver se realmente aquele desconto procede, e pra finalizar, destaque para a importância de obter informações com antecedência para não se aventurar e comprar nesses sites e ter problemas no futuro.
INFO: Sites de compra coletiva estão contratando 
O artigo apresenta o crescimento de sites do gênero no Brasil, e com esse crescimento aumenta a procura por funcionários, para acompanhar o ritmo de expansão. Essa procura não está apenas nas cidades em que o site fica de fato, quando há a abertura de uma filial do site em outras cidades eles recrutam profissionais locais para viabilizar e aumentar os negócios.
Esses representantes precisam conhecer bem a cidade e saber onde estão os melhores pontos que irão gerar ofertas que renderão lucros. A desvantagem é que por essas empresas estarem no começo não há um plano de carreira definido e a regra nesse caso é: “se a Empresa crescer todo mundo cresce junto”
Exame.com: Esquenta briga no mercado de compras coletivas
Com o aumento de cadastros em sites de compra coletiva, aumenta também a concorrência, tendo em vista que os sites de compra coletiva são um bom negócio, cada vez mais empresários procuram investir nesse ramo.
Estima-se que esse mercado já faturou aproximadamente 50 milhões de reais, alcançando mais de 8 milhões de usuários. Acredita-se que o público alvo desse segmento, sejam na maioria jovens que vivem na internet a procura de bons descontos, quando se preparam para sair, por isso é feio uma pesquisa de mercado através das redes sociais para saber as opções que mais agradam.
Segue tabela explicativa do site Mundo do Marketing, que explica detalhadamente, em forma de um infográfico, o fluxo de consumo e dinheiro gerado pelas compras via Intenet no ano de 2010.
Segundo o site, a previsão para o segmento em 2011 será em torno de R$ 21 bilhões.
No site E-Commerce News, há um artigo relacionado à nova dinâmica de consumo baseado no e-commerce.
Segundo o site, atualmente os consumidores estão usando como referenciais para consumo, amigos, fãs e seguidores nas redes sociais, a fim de descobrir e adquirir melhores produtos com preços menores é como se fosse um “test drive” coletivo. Essa tendência é chamada de “F-Factor”, com “F” de amigos, fãs e seguidores - friends, fans e followes, dominados pelo Facebook

Definições F-Factor:
F-Discovery – A descoberta. Envolve o desejo do consumidor em obter ou experimentar variedades de produtos e com preços cada vez menores.
F-Rated – A busca dos melhores produtos faz com que os consumidores recorram a sites que disponibilizam avaliações e opinião de outros consumidores sobre esses produtos, ou serviços e onde encontrá-los.
F-Feedback – Comentários deixados anônimos, contando suas experiências de consumo,  muitas vezes não interessam aos consumidores, mas sempre tem alguém que passou por alguma situação parecida.
F-Together – Os consumidores gostam de compartilhar algumas compras, especialmente aquelas que permitem experiências com seus amigos, como bilhetes para eventos e créditos por indicações nos sites.
F-Me – O estudo refere-se a este fator como uma tendência entre as empresas de lançarem produtos e serviços personalizados com base no comportamento dos consumidores em redes sociais, como as preferências de um cliente expostas em um perfil no Facebook, por exemplo.

7. Considerações finais

O tema escolhido gera reflexão sobre o consumo excessivo na sociedade atual e a expressiva parcela de culpa das mídias sociais nesse crescente processo.
O E-commerce se está se espalhando muito rápido, ganhando imenso espaço e facilitando as pessoas a adquirirem produtos e serviços sem sair de casa.
Marshall Mcluhan já previa que isso aconteceria, em seu estudo sobre a Aldeia Global, ele considera que as informações trocadas de forma virtual e eletrônica superam as distâncias geográficas e permitir o trabalho remoto entre pessoas, empresas e governos.
E é exatamente isso que podemos observar, as pessoas estão cada vez mais conectadas em suas redes sociais, onde podem, falar com seus amigos, expor suas frustrações e agora até mesmo comprar sem sair de casa.
Ter a comodidade de ficar em casa em um dia frio é ótimo, mas não poder provar o que você esta comprando para saber se gosta torna esse processo de comprar frio e isola cada vez mais a pessoa das outras sem que ela perceba.
Essa Aldeia Global em que todos nós fazemos parte tende a se consolidar cada vez mais, mas até quando isso irá durar? Será que vale realmente a pena trocar o contato pessoal, pelo virtual? E quanto ao consumo, até quando irá durar, esse consumo desenfreado que estimula cada dia mais sites de vendas abrirem as portas?

8. Bibliografia

Época Negócios
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177066-16363,00-ELE+INVENTOU+A+COMPRA+COLETIVA.html
Portal G1 - Jornal da Globo
http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/10/compra-coletiva-oferece-descontos-e-gera-visibilidade-para-o-vendedor.html
UOL Notícias
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/10/06/veja-cuidados-necessarios-antes-de-entrar-na-onda-da-compras-coletivas.jhtm
Info Abril
http://info.abril.com.br/noticias/carreira/sites-de-compras-coletivas-estao-contratando-16022011-19.shl
Exame.com

Sites:
E-commerce.org
E-commerce News

Mundo Marketing
Trabalho Acadêmico de Lúcia Maria Barbosa do Nascimento
Teses da USP
Livros Usados
E - Empreendedor - Richard Goossen 
COMPRA COLETIVA – Dailton Felipini
E-BOOK
ABC do E-commerce

9.       Anexos

O trabalho será apresentado em forma de um blog, hospedado na rede sob o domínio gratuito BLOGSPOT, abordando temas provenientes de um tema central “Consumo Online”.
O blog será criado pelo grupo, com cinco categorias específicas pertinentes a tema escolhido:Aplicativos, Cartões de Crédito, Celulares, Compras Coletivas e Consumo, que conterá as matérias elaboradas pelos integrantes do grupo.
Um site dinâmico, de fácil entendimento e abordagem leve, que desperte interesse pelo tema e mostre à atual nível consumo da sociedade.
Mostrar as conseqüências da popularização das redes sociais e como forma o incentivo ao consumo pela internet.
Destacar a evolução do consumo: o que antes o consumidor teria que ir até loja física para adquirir, atualmente pode comparar preços e efetuar compras com apenas um clique do mouse.
Nome do blog: Internétic@ Online
Categorias:


ü Compras coletivas
ü  Celulares
ü  Aplicativos
ü  Cartões de crédito